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Publicado em: 15/01/2020

OIE lança o Desafio contra a Peste Bovina no mundo

Imagem: Meramente Ilustrativa

Começa hoje (15) o Desafio contra a Peste Bovina da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). A campanha vai até 12 de fevereiro e inclui um conjunto de ferramentas que podem ser consultadas e baixadas sobre o assunto, além de um jogo educativo desenvolvido para professores, estudantes de Medicina Veterinária, profissionais de laboratório e a comunidade veterinária em geral.

A intenção do jogo é ajudar o planeta a permanecer livre da Peste Bovina e garantir que a memória da doença seja mantida viva, mesmo que já tenha sido erradicada e, acima de tudo, que as partes interessadas na saúde animal estejam informadas sobre o papel que devem desempenhar na era da pós-erradicação.

Assista ao vídeo clicando aqui:

Peste Bovina.

A Peste Bovina é uma doença viral altamente contagiosa que afeta animais de casco fendido (principalmente bovinos e búfalos). A forma clássica da enfermidade pode ter um efeito avassalador em rebanhos.

Nas espécies bovinas, as mais suscetíveis, os sinais clínicos clássicos são febre, lesões erosivas na boca, secreções nasais e oculares, diarreia abundante e desidratação, o que geralmente leva à morte entre 10 e 15 dias. Em outras espécies, o quadro clínico da doença é mais leve.

O médico-veterinário é considerado o ator-chave na preservação da saúde pública e da saúde animal, além disso, ele trabalha para evitar qualquer surto de doença apareça em seu país.

Ao longo da história, a Peste Bovina causou a morte de milhões de animais em todo o mundo e provocou terríveis consequências para a segurança alimentar e os meios de subsistência rurais, além de perdas econômicas. Mas, graças a décadas de esforços internacionais, a Peste Bovina, em 2011, se tornou a segunda doença erradicada do planeta, depois da varíola em humanos.

Embora o vírus não circule mais entre os animais, o mundo permanece vulnerável a um possível reaparecimento da doença devido a amostras biológicas e material com conteúdo viral ainda armazenado em algumas instalações no mundo.

Assessoria de Comunicação do CFMV